A alteração na disposição das fotos e vídeos gerou reclamações nas redes sociais; diretor da rede social disse que o que era para ser um 'pequeno teste' foi 'ampliado por acidente'.

O Instagram liberou na tarde desta quinta-feira (27) uma atualização em que o feed de posts passou a ser visualizado na horizontal, e não mais na vertical. A mudança foi alvo de reclamações nas redes sociais. Horas mais tarde, no entanto, a alteração foi revertida e a lista de postagens voltou a aparecer na vertical.
Na nova versão, o usuário recebia a recomendação de passar para os posts seguintes tocando a lateral direita das fotos, igual ao que já acontece na ferramenta do Stories.
Em nota enviada ao G1, a assessoria de imprensa do Instagram disse que houve um "bug", e pediu desculpas. "Devido a um bug, alguns usuários viram uma mudança na maneira como o Feed aparece hoje. Nós corrigimos o problema rapidamente e o Feed voltou ao normal. Pedimos desculpas por quaisquer transtornos."
Pelo Twitter, o diretor do Instagram, Adam Mosseri, disse que a atualização "deveria ser um teste muito pequeno", mas foi "ampliado por acidente". Ele recomendou que as pessoas que tenham recebido a atualização reiniciem o aplicativo para que ele volte ao normal.
Miley Cyrus confirmou pelas redes sociais nesta quarta-feira (26) seu casamento com o ator australiano Liam Hemsworth. A cantora compartilhou três fotos com a troca de um beijo e abraços durante a cerimônia, que teria sido realizada no último domingo (23).
Um dos posts tinha a mensagem "10 anos depois", em referência a quando conheceu o ator. Depois, a cantora também postou um vídeo dançando com vestido de noiva a música 'Uptown Funk' de Mark Ronson e Bruno Mars.
O casal se conheceu durante as gravações do filme 'A última canção', lançado em 2010. Eles ficaram noivos em 2012, se separam um ano depois, mas reataram em 2015 e já viviam juntos desde então. Em novembro, a casa onde eles viviam em Malibu foi destruída pelos incêndios que devastaram a Califórnia, nos Estados Unidos.
O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse ao blog nesta quinta-feira (27) que o texto do indulto de Natal deste ano deve adotar os mesmos critérios do indulto de 2016, excluindo do benefício presos que estiverem cumprindo penas por crimes contra a administração pública, de corrupção ou de violência sexual contra crianças
O decreto do indulto, a ser assinado pelo presidente Michel Temer, foi avaliado por Jungmann e depois será enviado para o ministro dos Direitos Humanos e subchefe para assuntos jurídicos da Casa Civil, Gustavo Rocha, que deve analisar o texto assim que recebê-lo.
O indulto de 2016, para condenados a no máximo 12 anos, perdoava a pena de quem tivesse cometido crime sem grave ameaça ou violência à pessoa e já tivesse cumprido um quarto do período de prisão. Criminosos reincidentes deveriam ter cumprido um terço da pena para obter o benefício.
O de 2017 era mais abrangente. Perdoava a pena de quem já tivesse cumprido um quinto do período de prisão. O texto foi questionado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e teve trechos suspensos por ordem do ministro Luiz Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A polêmica em torno do texto de 2017 chegou a gerar a expectativa de que o presidente Michel Temer não assinaria indulto natalino em 2018.

Comentário de teste 58
ResponderExcluirTeste número 10
ExcluirComentário novo!
ResponderExcluirTeste número 20!
ExcluirShow
ResponderExcluirMuito bom 👍
ResponderExcluir